. CENTRO ACADÊMICO DE SERVIÇO SOCIAL> UFRN

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Falecimento da professora Heleieth Saffioti

publicado em 14/12/2010


Aos 76 anos, faleceu ontem, 13/12/2010, a professora Heleieth Saffioti, professora, pesquisadora e autora de livros sobre a situação das mulheres, incluindo "Gênero, patriarcado, violência" pela EFPA, em 2004 (o livro está esgotado e terá uma segunda reimpressão (atualizada segundo o novo acordo ortográfico) logo nos primeiros meses de 2011.

Nota de Tatau Godinho* sobre a professora Heleieth
Heleieth Saffioti é conhecida internacionalmente como uma das mais importantes pesquisadoras feministas do país. Seus estudos sobre a situação das mulheres no mercado de trabalho no Brasil, desde a década de 1960, são pioneiros na análise sobre as desigualdades entre mulheres e homens, as diversas formas de opressão e exploração no trabalho. Professora de Sociologia, aposentada, da UNESP, e do Programa de Estudos Pós-Graduados em Ciências Sociais da PUC-SP, nos últimos anos dedicou-se também ao estudo sobre a violência sexista, acompanhando de perto o problema no Brasil, com abordagem teórica sobre a violência de gênero e análise sobre as políticas públicas nessa área. Em sua homenagem, a instituição que desenvolve a política de apoio às mulheres vítimas de violência na cidade de Araraquara, inaugurado pela prefeitura em 2001, foi chamado Centro de Referência da Mulher “Heleieth Saffioti”.
Sempre identificada com posições de esquerda e progressistas, e sem temer a polêmica que as temáticas feministas costumam provocar, Heleith buscou compreender os mecanismos profundos da exploração das mulheres no capitalismo, insistindo com veemência na relação estrutural entre capitalismo, patriarcado e racismo. Sem abrir mão de suas convicções e com sólida formação acadêmica, Heleieth renovava em suas análises as referências teóricas marxistas e a elaboração dos estudos feministas. Como ela sempre dizia, o nó que amarra classe, gênero e raça constroi as dinâmicas de desigualdade na sociedade contemporânea.
Autora de mais de 12 livros sobre a situação das mulheres, estudos sobre gênero e teoria feminista, sua produção é uma contribuição indispensável para a sociologia brasileira. Sem medo de ser considerada uma defensora radical dos direitos das mulheres, a intelectual, pesquisadora e militante feminista, professora Heleieth Iara Bongiovani Saffioti é uma referência obrigatória na história da luta das mulheres no Brasil.

* Tatau Godinho, socióloga, militante do movimento de mulheres e integrante do Conselho Curador da Fundação Perseu Abramo


FONTE:

domingo, 12 de dezembro de 2010

RESULTADO DAS ELEIÇÕES DO CASS 2010

As Eleições para a nova Diretoria do Centro Acadêmico de Serviço Social da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, realizadas nos dias 09 e 10/12 no Setor I de Aulas do Campus Central, teve o seguinte resultado:

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DOS VOTOS:
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NÚMERO DE VOTANTES POSSÍVEIS: 340 - 100%
NÚMERO DE VOTANTES QUE COMPARECERAM AS URNAS: 123 - 36%
QUÓRUM MÍNIMO: 30%
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APURAÇÃO DOS VOTOS: 
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CHAPA 1 - 111 VOTOS - 90,2%
VOTOS NULOS - 12 VOTOS - 9,8%
TOTAL DE VOTOS: 123 - 100% 
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A Chapa 1 "Se muito vale o já feito, mais vale o que será!" foi eleita, portanto, com maioria dos votos válidos e terá sua gestão válida até dezembro de 2011.


Natal, 12 de dezembro de 2010.

Conheça a Chapa Eleita:
Coordenação Geral:
Renata Ricardo - 5º Período
Luana Soares - 2º Período
José Alann - 1º Período

Coordenação de Finanças:
Miriam Torres - 2º Período
Renata Maia - 2º Período
Daniela Cruz - 5º Período

Coordenação de Arte e Cultura:
Samya Martins - 2º Período
Floriza Soares - 1º Período

Coordenação de Assuntos Estudantis:
Bárbara Figueiredo - 5º Período
Thaysa Senna - 2º Período

Coordenação de Divulgação e Imprensa:
Micaela Costa - 7º Período
Lília Daniella - 2º Período

Coordenação de Formação Profissional:
Tibério Oliveira - 3º Período
Jéssica Augusto - 2º Período

terça-feira, 23 de novembro de 2010

JOÃO PEDRO STÉDILE - EM NATAL


O Programa de Educação Popular em Direitos Humanos – Lições de Cidadania e o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, MST, em parceria com o Coletivo UFRN de apoio aos Movimentos Sociais e a Assembléia Popular, convidam toda a comunidade interessada a participar do evento “Se o Campo Não Planta, a Cidade Não Janta! Diálogos sobre Justiça Social, Saúde e Meio Ambiente”.
Nesta oportunidade discutiremos a questão agrária brasileira com vistas para um meio ambiente saudável e equilibrado, bem como com a sua indissociável relação com a produção de alimentos, sua segurança e soberania, sua qualidade e ligação com a saúde de todas e todos, tudo isso enquanto luta pela efetivação da Dignidade da Pessoa Humana e dos demais seres vivos.
Para expor o tema, contamos com a especial presença do Companheiro João Pedro Stédile, economista e membro da coordenação Nacional do MST, sendo um de seus fundadores.
O evento acontecerá dia 30 de Novembro, terça-feira, às 19h, no Centro de Convivência, na UFRN.

I JORNADA FEMINISTA DE ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

I JORNADA FEMINISTA DE ENFRENTAMENTO
À VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

A violência como parte do cotidiano da maioria de mulheres é uma realidade presente em todos os países e precisa acabar. Dia 25 é dia internacional de enfrentamento a violência contra a mulher, movimentos de mais de 135 países realizam atividades de enfrentamento e visibilidade. A violência tem sua raiz no machismo que tentam reduzir as mulheres a objetos e essa opressão perpassa de diversas formas na sociedade capita lista. Nós da Marcha Mundial das Mulheres nos organizamos em diferentes espaços e formas para fazer o enfrentamento a pobreza e a violência sexista. Esse ano o Núcleo de Natal está construindo em conjunto com as instituições que compõe a MMM, uma proposta de intervenção na universidade por entendermos o quanto é importante a organização e a troca de conhecimento dos diferentes olhares dento desse espaço da UFRN assim como pensar uma estratégia comum de enfrentamento à violência.

Programação 25 de Novembro- QUINTA
14:30h no DCE- Oficina da Fuzarka Feminista (percussão)

17:30h no Centro de Convivência Cortejo Feminista

19:00h no Auditório do NEPSA/ CCSA Setor I – Seminário
A função social do conhecimento no enfrentamento à violência”
MMM, MST, GAMI, MLB, Mov. Negro

21h no Setor I ao lado do DCE Festa Feminista

"Ditadura Militar no Brasil: um balanço crítico"

NESTA TERÇA E QUARTA-FEIRA, O PET CIÊNCIAS SOCIAIS PROMOVERÁ O EVENTO:
"DITADURA MILITAR NO BRASIL - UM BALANÇO CRÍTICO", NO AUDITÓRIO DE FILOSOFIA (CONSECÃO) ÀS 18H.


PROGRAMAÇÃO:

Terça-feira (23/11):
Mesa-redonda: Visão crítica do Golpe Militar de 1964.
Comunicadores:
José Antônio Spinelli (Prof. do departamento de Ciências Socias - UFRN)
Homero Costa (Prof. do departamento de Ciências Sociais-UFRN)

Local: Auditório de Filosofia (Consecão) - CCLA - 2° andar

Quarta-feira (24/11):
Mesa-redonda: Experiências de repressão na Ditadura Militar no RN e no Brasil

Comunicadores:
Luciano Capistrano (Historiador, autor do livro "Ditadura Militar no RN")
Mery Medeiros (Pres. da Associação dos Anistiados do RN, ex-preso político)
Lincoln Moraes (Prof. do departamento de Ciências Socias-UFRN, ex-preso político)
Juliano Siqueira (Prof. do departamento de Direito da UFRN, ex-preso político)

sábado, 20 de novembro de 2010

Saiba o que diz a Lei nº 10.861/04 sobre o ENADE.

NÃO SE DEIXE ENGANAR! 
Saiba o que diz a Lei nº 10.861/04 sobre o ENADE. 
A minha nota aparecerá no histórico escolar?
Não. Segundo o Artigo 5º, Parágrafo 5º da Lei nº 10.861/04, constará no histórico escolar somente se o estudante foi selecionado e se compareceu à prova. Por isso é muito importante que todos compareçam à prova para zerá-la.
A minha nota será divulgada?
Não. Segundo o Artigo 5º, Parágrafo 9º da Lei nº 10.861/04, a nota será entregue individualmente a cada estudante que realizou a prova, através de correspondência enviada à residência do estudante pelo INEP (órgão vinculado ao Ministério da Educação), sendo vedada qualquer identificação nominal do resultado obtido por cada um. Nem a universidade tem acesso às notas individuais.
A faculdade poderá não entregar meu diploma se eu boicotar o ENADE?
Não. Como foi dito, o Artigo 5º, Parágrafo 5º da Lei nº 10.861/04 deixa claro que a única obrigação do estudante é comparecer à prova. É obrigação da faculdade entregar o diploma ao estudante que concluiu o curso devidamente, independentemente de sua nota no ENADE. Qualquer restrição a esse direito é ilegal.
O curso ou a faculdade serão punidos se eu boicotar o ENADE?
Não. Além do ENADE, existem outros três instrumentos de avaliação, focados no curso e na instituição. Conforme o Artigo 10 da Lei nº 10.861/04, os resultados de todas as avaliações considerados insatisfatórios ensejará a celebração de protocolo de compromisso entre a instituição de ensino e o Ministério da Educação (MEC), através do qual a instituição deve apontar as medidas a serem adotadas para a superação dos problemas. Contudo, é preciso dizer que o SINAES não obriga o MEC a garantir recursos às universidades públicas mal avaliadas, a fim de que estas superem suas deficiências, nem o obriga a cobrar das mantenedoras que cortem na carne (ou seja, no lucro) a fim de que seja garantida a permanência e a qualidade de ensino nas universidades particulares. Além de boicotar o ENADE, cabe a nós, estudantes, fazer tais exigências.
Eu poderei perder o FIES ou o ProUni se eu boicotar o ENADE?
Não. Já houve, por parte de algumas mantenedoras, a tentativa de coagir os estudantes e impedir o boicote sob o argumento de que os cursos mal-avaliados no ENADE não poderiam obter nem financiamento do FIES nem bolsa ProUni. Algumas chegaram até a suspendê-los, mas logo a máscara caiu e elas tiveram de recuar. O fato é que não existe nenhuma regra, tanto no FIES como no ProUni, vinculando-os ao ENADE.
Eu poderei ser premiado com uma bolsa se eu tiver um bom desempenho no ENADE?
De fato, o SINAES prevê a concessão de bolsas, por parte do MEC, para os estudantes melhor avaliados no ENADE. No entanto, saiba que em 2005 o MEC concedeu Ínfimas 50 bolsas em todo o Brasil, e que e em 2006 este montante foi ainda menor, a saber, 20 bolsas. Portanto, a chance de um estudante obter uma bolsa através do “bom desempenho” no ENADE é de um em vinte e três mil.
Organização dos tópicos
ABEEF (Associação Brasileira dos Estudantes de Engenharia Florestal), CONEP (Coordenação Nacional dos Estudantes de Psicologia),DENEFONO (Diretoria Executiva Nacional dos Estudantes de Fonoaudiologia), DENEM (Diretoria Executiva Nacional dos Estudantes de Medicina), ENECOS (Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social), ENEENF (Executiva Nacional dos Estudantes de Enfermagem), ENEF (Executiva Nacional dos Estudantes de Filosofia), ENEFAR (Executiva Nacional dos Estudantes de Farmácia), ENEFI(Executiva Nacional dos Estudantes de Fisioterapia), ENEGEO (Executiva Nacional dos Estudantes de Geografia), ENEN (Executiva Nacional dos Estudantes de Nutrição), ENESSO (Executiva Nacional dos Estudantes de Serviço Social), ENEV (Executiva Nacional dos Estudantes de Veterinária), ExNEL (Executiva Nacional dos Estudantes de Letras), ExNEPe (Executiva Nacional dos Estudantes de Pedagogia), ExNETO(Executiva Nacional dos Estudantes de Terapia Ocupacional), FEAB (Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil), FENEA (Federação Nacional dos Estudantes de Arquitetura), FENEAD (Federação Nacional dos Estudantes de Administração), FENECO (Federação Nacional dos Estudantes de Economia), FEMEH (Federação Nacional do Movimento Estudantil de História)

POSICIONAMENTO DA ENESSO REGIÃO VII SOBRE O ENADE E REFORMA UNIVERSITÁRIA

POSICIONAMENTO DA ENESSO REGIÃO VII SOBRE O ENADE E REFORMA UNIVERSITÁRIA


A ofensiva neoliberal atinge todos os setores da sociedade, com a educação não é diferente, a lógica de Estado mínimo faz com que o ensino ganhe estatus de mercadoria e para se ter acesso precisa pagar, geralmente são as camadas mais pobres da sociedade que banca esse ônus do capital. No Brasil a Reforma Universitária teve inicio no governo Collor, ganhou força no governo FHC e prosseguiu durante todo governo Lula com a implantação do REUNI ou Universidade Nova e o PROUNI (Programa Universidade Para Todos), os cortes violentos no orçamento voltado para a educação e a aplicação de dinheiro público nas universidades privadas expressa todo processo de contra reforma que ocorre no ensino superior há mais de 20 anos. O que questionamos não é o acesso que os estudantes da classe trabalhadora tiveram ao ensino superior e sim como foi e está sendo esse acesso e a qualidade de ensino oferecido a esses estudantes. Por isso que a nossa luta é por uma universidade popular, pública, gratuita, de qualidade e laica para todos, onde sua produção de conhecimento seja de fato voltada para a classe trabalhadora, para a nossa CLASSE!

O Exame Nacional de Desempenho do Estudante - ENADE é mais uma das medidas dessa contra reforma universitária que tende a mascarar a realidade das universidades, seja pública ou privada. Esse exame corresponde apenas 20% da avaliação institucional e é tido por muitas universidades como principal forma de avaliação, sendo assim transfere aos estudantes toda responsabilidade de uma avaliação positiva da instituição onde estuda.

 Vale destacar que o ENADE está dentro de uma estrutura maior que se chama Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES que prevê três etapas de avaliação, a estrutura física (acessibilidade, salas de aula, biblioteca etc), suporte institucional (pesquisa, extensão, corpo docente). Esse exame mostra apenas um recorte pontual de cada Instituição de Ensino Superior - IES e isso não ajuda na luta contra a precarização do ensino, além de desrespeitar a regionalidade dos estudantes.

Não somos contra uma avaliação critica das IES, somos contra a esse modelo de avaliação que se apresenta, devemos fazer uma reflexão sobre um exame que só serve para omitir todo processo de precarização do ensino, bem como ranquear as universidades que vendem suas notas do ENADE como sinônimo de qualidade de ensino, o que não é verdade!

Entendemos todas as dificuldades que os estudantes da Região VII (estado de São Paulo) têm em boicotar o ENADE, mas somente através desse posicionamento político iremos obrigar o Ministério da Educação – MEC a avaliar de fato as instituições, claro que nós enqunato estudantes precisamos continuar exigindo um posicionamento firme do MEC com relação as IES, caso o mesmo não o tenha!
Michelle Dias
Coordenação Regional - ENESSO
Região VII

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

ABAIXO A PERSEGUIÇÃO! NÃO VAMOS ACEITAR VIOLÊNCIA! - Nota do Sindsaúde de São Gonçalo (para divulgar)


ABAIXO A PERSEGUIÇÃO! NÃO VAMOS ACEITAR VIOLÊNCIA! NÃO A CRIMINALIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS!

Intimidação e ameaças já se tornaram marcas da administração do prefeito de São Gonçalo do Amarante, Jaime Calado (PR). Por meio de seus cargos comissionados, a Prefeitura vem perseguindo trabalhadores e agredindo até sindicalistas. No último dia 11, a enfermeira e diretora do Núcleo do Sindsaúde no município Simone Dutra foi intimidada e chamada de “vagabunda” pelo gerente da Unidade de Saúde de Jardim Lola, Jean Queiroz. A diretora do sindicato sofreu a agressão enquanto tentava realizar uma reunião com trabalhadores da unidade. O objetivo do abuso era impedir a reunião do sindicato com os servidores. Logo após a intimidação, Simone Dutra foi até a delegacia de polícia de São Gonçalo, onde registrou um boletim de ocorrência por ameaça e difamação. 
O gerente Jean Queiroz já acumula várias denúncias de assédio moral. Ele foi responsável pela transferência da servidora Dalva Lúcia, quando mentiu sobre falsos maus tratos praticados pela funcionária. As acusações contra Dalva Lúcia nunca foram provadas e ela não pode se defender. Outras servidoras também já relataram vários casos de assédio moral. As técnicas de enfermagem da unidade, por exemplo, são obrigadas a ficar na farmácia do posto, acumulando responsabilidades que não são delas. Elas também reclamam da agressividade do gerente, que constantemente evita falar com as funcionárias.
Apadrinhado do vereador Geraldo Veríssimo e recebendo o apoio da Prefeitura, o gerente Jean Queiroz vem adotando a postura de vigiar as reuniões dos trabalhadores e impedir o trabalho do sindicato. As ameaças, porém, só acontecem com a diretora do Sindsaúde Simone Dutra, que trabalhou durante cinco anos na comunidade de Jardim Lola e está cumprindo legalmente sua atividade sindical. Como se vê, as atitudes violentas do gerente também representam uma agressão contra as mulheres. “Eu estou trabalhando para o prefeito.”, é o que sempre diz Jean Queiroz.
O Núcleo do Sindsaúde de São Gonçalo repudia qualquer tipo de intimidação e tentativas de impedir o trabalho do sindicato. Vamos tomar todas as medidas necessárias para denunciar a agressão sofrida pela diretora Simone Dutra e enfrentar as posturas do gerente de Jardim Lola e do prefeito Jaime Calado, que insistem em atacar os direitos dos servidores. O Núcleo do Sindsaúde não vai parar sua atividade sindical e continuará organizando e defendendo todos os trabalhadores do município. Não vamos aceitar intimidação.

NÚCLEO DO SINDSAÚDE DE SÃO GONÇALO

Na onda: # Melhorias Sim, Aumento Não!


Nessa quinta-feira (18 de novembro), Movimentos Estudantis e a Sociedade Civil Organizada realizam um Ato por melhorias no sistema de transporte público, por uma licitação com participação popular e contra o aumento da passagem. 


A passeata vai sair do IFRN às 14:30 com concentração no Baldo as 15:30, finalizando na prefeitura.

Contatos: @msimanão
melhoriassimaumentonao@gmail.com

Junte-se a esta Causa!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Carta da ENESSO sobre o ENADE

CHAMAMENTO A AÇÃO POLÍTICA

            Neste ano os estudantes de Serviço Social se prepararam para mais uma prova do Exame Nacional de Avaliação do Desempenho Estudantil – ENADE - que compõe o Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior, portanto se faz necessário um esclarecimento de uma posição firme da ENESSO frente a esta tarefa política.
            O acúmulo histórico do movimento estudantil bem como uma análise e crítica do Serviço Social se faz necessária para compreender quais serão as estratégias utilizadas para uma superação do modelo atual de avaliação.
            A implementação do ENADE/SINAES a partir da Lei n°10.861, de 14 de abril de 2004, no Governo Lula, substituindo, assim o chamado Provão, praticando na sua superfície uma avaliação diversa, mas que na sua essência ainda mantinha muito dos indicadores de análise utilizados pela reforma universitária de Fernando Henrique Cardoso.
            Tais indicadores, os quais compõem uma avaliação que responsabiliza somente os estudantes pela avaliação do ensino superior, não afere a pesquisa e a extensão, o que seria de fundamental importância se considerando um tripé da universidade para a produção do conhecimento. Além de promover um ranking entre as escolas do mesmo curso impondo uma lógica de disputa pelas verbas, ou seja, continuando sem condições de melhorar o ensino.
            A contradição explícita do ranking faz parte da política de precarização do ensino superior brasileiro, pois o apontamento é que a escola tem uma nota baixa numa avaliação sobre seu ensino, a melhora seria propiciando na medida que recebesse mais verbas e não o contrário.
            A democracia universitária, os mecanismos de participação dos setores que compõe o corpo da universidade também não são considerados, como a assistência estudantil (política que assegura a manutenção dos estudantes na universidade, bolsa, alojamento, bandejão, transporte...) e que não são contemplados nesse exame.          
            A lógica, portanto, da mercantilização e competição sacramentada pelos sistemas de comunicação que apresentará, ao final do exame, quais as escolas são “as melhores” e quais irão afundar na precarização, deve ser combatida ativamente pelo movimento estudantil!
            O movimento estudantil sem ilusões governistas e fantasias do que seria essas  e outras etapas da reforma universitária já iniciada  em 95 por FHC se posiciona contra essa lógica e apresenta uma política/postura de boicote ao ENADE.
            As estratégias do boicote devem ser compreendidas em sua totalidade, e se tratando do Serviço Social, a ENESSO entende que é fundamental uma atitude massiva e enérgica dos estudantes, bem como um aprofundamento do debate junto a categoria profissional e suas entidades representativas (CFESS/CRESS e ABEPSS). De fato, precisamos avançar nos estudos e nos apropriarmos dos documentos que a categoria lança, e buscar estratégias unificadas.
            É de fundamental importância que a categoria profissional se aproxime do debate e da luta com os estudantes dentro da universidade brasileira, mas a partir de uma orientação advinda, também, das representações da categoria (CFESS/CRESS, ABEPSS e ENESSO) e com isso, avançar numa direção clara de defesa da universidade com o tripé, ensino, pesquisa e extensão, laica, socialmente referenciada e imbuída de um projeto de universidade emancipadora que defendemos.
            O chamado que a ENESSO faz é para que todos e todas aqueles/as que entendem que essa avaliação não contempla a compreensão que temos, de como ela deve ser feita, que nos ajude a mobilizar o boicote/ ENADE NOTA 0 em todo o Brasil, com subsídios de debate, mas para que o processo vá mais além, uma construção em longo prazo, através de GT e estudos que construam uma avaliação do ensino superior que esteja ligada com a defesa da universidade que queremos.
             “Dessa forma, os estudantes reafirmam neste momento a defesa do ensino público e a revogação do SINAES. O ENADE, avaliação do SINAES aplicada diretamente aos estudantes será realizada dia 21 de novembro de 2010. Nesta data nós temos a oportunidade história de mostrar à sociedade brasileira e ao governo federal que não ficaremos de braços cruzados frente à transformação de nossas universidades em fábrica de diplomas. Neste sentido, convocamos os estudantes que foram intimados para realizar o exame a zerar a prova, como forma de denúncia e luta contra a privatização e a desqualificação da Universidade Brasileira” – Caderno de texto para o FENEX.

VAMOS AS LUTAS, VAMOS AO BOICOTE/ENADE NOTA ZERO.

Executiva Nacional dos Estudantes de Serviço Social – ENESSO.





sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Vem aí a 5° Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul


Entre os dias 8 de novembro e 19 de dezembro, ocorre a 5ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul, realizada pela Secretaria de Direitos Humanos.

Criada em 2006 para celebrar o aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos a Mostra vem se firmando como um espaço de reflexão, inspiração e promoção do respeito à dignidade humana.


Inicialmente exibida em quatro cidades, a Mostra cresceu a cada ano. Esta quinta edição estará presente em 20 capitais, percorrendo as cinco regiões do Brasil. A primeira cidade a receber os filmes será Fortaleza (CE), e a última, Belo Horizonte (MG).

No ano passado, registrou-se um público superior a 20 mil pessoas, em 16 cidades. A estimativa dos organizadores, para este ano, é que o número de espectadores seja duplicado.

A programação completa pode ser acessada na página oficial da Mostra, http://www.cinedireitoshumanos.org.br/2010/index.php



Em Natal, a programação será exibida no Teatro de Cultura Popular (localizado no Tirol), a partir do dia 18.11. A entrada é franca.


18/11 – QUINTA-FEIRA


20h – Sessão de Abertura

VIDAS DESLOCADAS - João Marcelo Gomes (Brasil, 13 min, 2009, doc)

PERDÃO, MISTER FIEL - Jorge Oliveira (Brasil, 95 min, 2009, doc)
Classificação indicativa: 14 anos 


19/11 - SEXTA-FEIRA


14h

ENSAIO DE CINEMA - Allan Ribeiro (Brasil, 15 min, 2009, fic)

108 - Renate Costa (Paraguai/ Espanha, 91 min, 2010, doc)
Classificação indicativa: 12 anos



16h

KAMCHATKA - Marcelo Piñeyro (Argentina/ Espanha/ Itália, 103 min, 2002, fic)
Classificação indicativa: livre 



18h

A BATALHA DO CHILE II – O GOLPE DE ESTADO - Patricio Guzmán (Chile/ Cuba/ Venezuela/ França, 90 min, 1975, doc)
Classificação indicativa: 12 anos



20h

ABUTRES - Pablo Trapero (Argentina/ Chile/ França/ Coréia do Sul, 107 min, 2010, fic)
Classificação indicativa: 16 anos



20/11 – SÁBADO


14h

MÃOS DE OUTUBRO - Vitor Souza Lima (Brasil, 20 min, 2009, doc)

JURUNA, O ESPÍRITO DA FLORESTA - Armando Lacerda (Brasil, 86 min, 2009, doc)
Classificação indicativa: 12 anos



16h

HALO - Martín Klein (Uruguai, 4 min, 2009, fic)
ANDRÉS NÃO QUER DORMIR A SESTA - Daniel Bustamante (Argentina, 108 min, 2009, fic)
Classificação indicativa: 12 anos



18h

MARIBEL - Yerko Ravlic (Chile, 18 min, 2009, fic)
O QUARTO DE LEO - Enrique Buchichio (Uruguai/ Argentina, 95 min, 2009, fic)
Classificação indicativa: 14 anos



20h

O FILHO DA NOIVA - Juan José Campanella (Argentina/ Espanha, 124 min, 2001, fic)
Classificação indicativa: livre



22/11 – SEGUNDA-FEIRA


14h

A VERDADE SOTERRADA - Miguel Vassy (Uruguai/ Brasil, 56 min, 2009, doc)

ROSITA NÃO SE DESLOCA - Alessandro Acito, Leonardo Valderrama (Colômbia/ Itália, 52 min, 2009, doc)
Classificação indicativa: 12 anos



16h

HÉRCULES 56 - Silvio Da-Rin (Brasil, 94 min, 2006, doc)
Classificação indicativa: 12 anos 



18h

DIAS DE GREVE – Adirley Queirós (Brasil, 24 min, 2009, doc)
PARAÍSO - Héctor Gálvez (Peru/ Alemanha/ Espanha, 91 min, 2009, fic)
Classificação indicativa: 12 anos



20h

CARNAVAL DOS DEUSES - Tata Amaral (Brasil, 9 min, 2010, fic)
MEU COMPANHEIRO - Juan Darío Almagro (Argentina, 25 min, 2010, doc)
LEITE E FERRO - Claudia Priscilla (Brasil, 72 min, 2010, doc)
Classificação indicativa: 16 anos



23/11 – TERÇA-FEIRA


14h – Audiodescrição

PRA FRENTE BRASIL - Roberto Farias (Brasil, 105 min, 1982, fic)

* Sessão com audiodescrição para público com deficiência visual.
Classificação indicativa: 14 anos



16h

A CASA DOS MORTOS - Debora Diniz (Brasil, 24 min, 2009, doc)
CLAUDIA - Marcel Gonnet Wainmayer (Argentina, 76 min, 2010, doc)
Classificação indicativa: 14 anos



18h 

ALOHA - Paula Luana Maia / Nildo Ferreira (Brasil, 15 min, 2010, doc)
AVÓS - Michael Wahrmann (Brasil, 12 min, 2009, fic)
CINEMA DE GUERRILHA - Evaldo Mocarzel (Brasil, 72 min, 2010, doc)
Classificação indicativa: 12 anos



20h

GROELÂNDIA - Rafael Figueiredo (Brasil, 17 min, 2009, fic)
MUNDO ALAS - León Gieco, Fernando Molnar, Sebastián Schindel (Argentina, 89 min, 2009, doc)
Classificação indicativa: 12 anos



24/11 – QUARTA-FEIRA


14h 

DOIS MUNDOS – Thereza Jessouroun (Brasil, 15 min, 2009, doc)

AMÉRICA TEM ALMA - Carlos Azpurua (Bolívia/ Venezuela, 70 min, 2009, doc)
Classificação indicativa: 12 anos



16h

VLADO, 30 ANOS DEPOIS - João Batista de Andrade (Brasil, 85 min, 2005, doc)
Classificação indicativa: 14 anos



18h

A HISTÓRIA OFICIAL - Luis Puenzo (Argentina, 114 min, 1985, fic)
Classificação indicativa: 12 anos 



20h

XXY - Lúcia Puenzo (Argentina/ França/ Espanha, 86 min, 2006, fic)
Classificação indicativa: 16 anos



25/11 – QUINTA-FEIRA


14h – Audiodescrição

AVÓS - Michael Wahrmann (Brasil, 12 min, 2009, fic)

ALOHA - Paula Luana Maia, Nildo Ferreira (Brasil, 15 min, 2010, doc)
CARRETO - Marília Hughes, Claudio Marques (Brasil, 12 min, 2009, fic)
EU NÃO QUERO VOLTAR SOZINHO - Daniel Ribeiro (Brasil, 17 min, 2010, fic)
* Sessão com audiodescrição para público com deficiência visual.
Classificação indicativa: 12 anos



16h

CARRETO - Marília Hughes, Claudio Marques (Brasil, 12 min, 2009, fic)
BAILÃO - Marcelo Caetano (Brasil, 17 min, 2009, doc)
DEFENSA 1464 - David Rubio (Equador/ Argentina, 68 min, 2010, doc)
Classificação indicativa: 12 anos



18h

O ANO EM QUE MEUS PAIS SAÍRAM DE FÉRIAS - Cao Hamburger (Brasil, 110 min, 2006, fic)
Classificação indicativa: 10 anos



20h

EU NÃO QUERO VOLTAR SOZINHO - Daniel Ribeiro (Brasil, 17 min, 2010, fic)
IMAGEM FINAL - Andrés Habegger (Argentina, 94 min, 2008, doc)
Classificação indicativa: 12 anos

Centro Acadêmico de Serviço Social - UFRN
Gestão 2009/2010: "Nada Será Como Antes!"