. CENTRO ACADÊMICO DE SERVIÇO SOCIAL> UFRN

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Chamado para a plenária organizativa da Jornada de Lutas - CSP- CONLUTAS‏

Colegas bom dia,
 
"Por todo o país temos assistido ao  crescimento das lutas dos trabalhadores e trabalhadoras. Às mobilizações generalizadas que atingem o setor da educação em todas as regiões do país somam-se greves do setor metalúrgico, da construção civil, na mineração, dos servidores municipais, servidores estaduais, e em mais uma longa lista de setores, que buscam melhorar seus salários e condições de trabalho. Os servidores públicos federais lutam pela valorização do serviço público e pela melhoria dos seus salários. Bombeiros e policiais de praticamente todos os estados cobram melhores salários e condições de trabalho. Os estudantes lutam por um ensino público de qualidade e direito ao transporte." 

Neste sentido, para discutir e deliberar essa construção, convocamos uma plenária do Movimento Sindical, Popular e Estudantil.  

Dia: 28.07.2011 (quinta feira) Hora: 17hs
Local: Sede da CSP-CONLUTAS/RN Av. Rio Branco, Cidade Alta
 
PAUTA
1) Informes;
2) Jornada Nacional de Lutas de 17 a 26 de agosto; 
 
Maiores informações:   
9631-4296| 8819-0477 | 9260-8240
Nilvan Rodrigues da Silva
CSP-CONLUTAS/RN
 

Em agosto: Deflagração da Greve dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica

Encaminhamentos da 101ª PLENA do SINASEFE - GREVE
 
1. Deflagrar a greve nas bases do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação
Básica, Profissional e Tecnológica (SINASEFE) em 1º de agosto de 2011, com a realização de rodadas de Assembleias nas Bases para esta deflagração até o dia 10 de agosto de 2011. As bases que não conseguirem a deflagração até o dia 10 receberão todo apoio da Direção Nacional e do Comando Nacional de Greve para conseguirem fazê-lo mesmo depois desse período;
 
2. Realizar a 102ª PLENA do SINASEFE dias 20 e 21 de agosto de 2011 para avaliar e dar
continuidade à construção da greve.
 
3. COMANDO NACIONAL DE GREVE DO SINASEFE: 
- O Comando Nacional de Greve do SINASEFE (CNG) será instalado dia 10 de agosto de 2011. 
- Sua composição se dará com um/a representante indicado/a por cada base em greve. A Direção Nacional vai custear as despesas de alimentação e hospedagem de todos/as. E no caso das seções com até 200 filiados/as irá custear também as despesas com o deslocamento para Brasília; 
- A 101ª PLENA decidiu encaminhar sugestões de atividades para que o Comando Nacional de Greve venha debater e implementar (manifestações, panfletagens, estratégias de comunicação, etc); 
- Durante a greve é o Comando Nacional de Greve do SINASEFE quem tomará as decisões relativas à greve. A Direção Nacional permanece à frente da entidade nas questões administrativas, com a Coordenação Geral participando do Comando e das negociações da greve;
 
4. PAUTA DE REIVINDICAÇÕES: 
- Incluir na pauta de reivindicações do SINASEFE o reajuste emergencial de 14,67% (inflação – IPCA - + variação do PIB); e 
- A destinação de 10% do PIB para a Educação Pública;
 
5. MATERIAL DE COMUNICAÇÃO DA GREVE: 
- Boletim de construção da Greve; 
- Cartilha da Greve (tratando do direito à greve para servidores em estágio probatório e profissionais com contrato temporário); 
- Carta Aberta à População e às Comunidades Escolares falando dos motivos da Greve e das nossas reivindicações; 
-  Ofício à Ministra do Planejamento e Ministro da Educação, bem como aos Reitores e Diretores Gerais de Campis, para atender às determinações do STF sobre o direito de greve e as necessidades essenciais de setores públicos; 
- A DN irá elaborar e enviar todo o material até o final do mês de julho para que as Bases possam dar ampla divulgação; 
- O SINASEFE irá usar a internet e as Redes Sociais para divulgação da greve.
 
OUTROS ASSUNTOS:
6. Anistiar a dívida da Seção Sindical do SINASEFE de Januária-MG, a partir dos mesmos critérios estabelecidos na anistia de Barbacena e Senhor do Bonfim;
7. Rever decisão de Plenária anterior retirando a obrigatoriedade de participação das pastas de formação e comunicação dos próximos Encontros Regionais, retomando a lógica de participação da DN apenas para a Coordenação Geral e de um dirigente de cada coletivo;
8. A pauta da 102ª PLENA do SINASEFE deverá contemplar todos os pontos de pauta pendentes das PLENAS anteriores.


FONTE: SINASEFE

Informes ENESS: sobre a gestão 2011/2012


ENESSO - Gestão 2011/2012
Pés no chão “A Cabeça pensa onde o pé pisa”

Secretaria Geral:
Larissa Alves – Lali (UFS/ região III)
Responsável pela região. III e II
Contato: larissab8@hotmail.com – Tel: (79) 9122 – 6715

Coordenação de Relações Internacionais:
Juliana Fritzen - ( região VI)
Contato: juliana.fritzen@gmail.com – Tel:

Coordenação de Formação Político Profissional
Rayara Fernandes (UFES/ região V)
Responsável pela região V
Contato: rayarafernandes@gmail.com – Tel: (27) 9989 – 4897

Deyse Pimenta (UFRJ/ Região V)
Responsável pela região IV
Contato: deise.pimenta@yahoo.com.br – Tel: (21) 8147 - 9371
Coordenação Opressões
Daniella Scheidt (UFSC/ região VI)
Responsável pela região. VI
Contato:
dani_a_sch@hotmail.com – F: (48) 8467 – 0320

Taciane Couto (UFJF/ região V)
Contato: goncalves.taciane@gmail.com Tel: (21) 84330274
Coordenação de Finanças
Carolila Garcia (PUC - MG/ região V)
Responsável pela região I
Contato: carolgarcia.m@hotmail.com – Tel: (31) 8845 – 9024 ou 9321 - 4251
Coordenação de Comunicação

Josuel Rodriguês (CEUNSP/ região VII)
Responsável pela região VII
Contato: josuel.itu@gmail.com – Tel: (11) 8707 - 3326

Wanderson Magalhães (UFRJ/ região V)
Responsável pela região I
Contato: wandersonmagalhaes@yahoo.com.br tel: (21) 87609415 (21) 76918325
Coordenação de Cultura
Sheila Rothe (UFPR - Litoral/ região VI)
responsável pela reg. VI
cris-cheila@gmail.com Tel: (43)
Coordenação de Movimento Sociais
Thalita Miranda (UNIFESP- SP / região VII)
Responsável pela região. VII
Contato: thalitavmiranda@gmail.com ou
thalitavmiranda@yahoo.com.br
Tel: (11) 8982 – 3119
 
 
Organização Movimento Estudantil de Serviço Social MESS:

Campanha Financeira:
 
Criar mecanismos de esclarecimentos junto aos estudantes da importância das inscrições nos encontros, entendendo que esses fóruns financiam a ENESSO em suas ações e campanhas para a formação de sua base;
Desenvolver política financeira que articule a financeirização das ações e o trabalho de base, de forma a pensar uma campanha com produção de bottons, chaveiros, camisas, agit/prop como forma de divulgar a entidade e ao mesmo tempo buscar criar uma identidade do estudante com a ENESSO.
Fomentar o debate com os estudantes sobre a importância do pagamento das anuidades pelas entidades, compreendendo politicamente este processo já que esta garante a realização das campanhas da executiva, como financiamento de passagens, reprodução de material.
Repasse financeiro trimestral para garantir uma política financeira transparente.
 
Campanha de Comunicação:
Criação de um site e boletim informativo da ENESSO para a socialização dos debates do MESS, informações, campanhas, repasses das regiões, lutas com a finalidade de uma aproximação com @s estudantes, assim como, a manutenção do blog, facebook, Orkut e a lista da ENESSO;
Produção de vídeos com ex militantes do MESS colocando a importância de se construir a ENESSO com o intuito de fortalecer a identidade da entidade;
Ressaltar a articulação com outras entidades da categoria, estudantis e movimentos sociais;
Realizar seminários nas escolas sobre precarização do ensino superior como estratégia de fomentar o debate da Campanha “Educação não é fast-food” junto à categoria.
Ampla divulgação do ABC do MESS para orientação dos coordenadores regionais e secretários de escolas na operacionalização do trabalho de base.
Desafios: Construção do MESS pela base. Priorizando a participação ativa das estudantes. Constante articulação dos coordenadores regionais com os nacionais.


UNIVERSIDADE
Para a construção de uma universidade verdadeira popular,é imprescidivel que a ENESSO potencialize a criação de espaços democráticos de discussão, juntamente com técnicos-administrativos, professores, demais estudantes, sindicatos e movimentos sociais de maneira a construir e difundir na sociedade, um programa mínimo que contemple uma transformação verdadeira das universidades brasileiras, referenciá-la numa perspectiva de classe.
É primordial construir a luta pela universalização do ensino superior, pelo aprofundamento da democracia nas “IES” conjuntamente com as comunidades e trabalhadores que hoje estão fora delas, por condições de permanência e para que o conhecimento produzido nas “IES” sirva aos interesses da classe trabalhadora na luta por um projeto societário socialista. Um primeiro passo nesta articulação é a construção do 1º Seminário Nacional de Universidade Popular, onde nós da ENESSO e outros setores da comunidade universitária e do movimento estudantil e popular, estamos buscando construir um projeto de universidade “para além do capital”.

É preciso enfrentar a estratégia das elites em subverter toda a educação ao seu projeto particularista,
classista, a qual objetiva difundir seus interesses privados como se fosse o interesse de todos”.
Gramsci
 
Movimento Social, Cultura e Opressões.
É um movimento próprio do Capital criar aparelhos ideológicos que legitimem seu modo de produção, garantindo uma sociabilidade que naturalize sua exploração e suas desigualdades e disparidades sociais. Todavia esse processo de naturalização e padronização traz em seu interior o elemento da opressão. Apesar da cultura imposta na sociedade capitalista, de produzir e reproduzir valores burgueses, entendemos também que há nela a possibilidade de resistência em que, grupos, povos e comunidades buscam reforçar sua identidade negando a idéia que lhe é imposta da hierarquização da cultura.
A mídia na nossa sociedade é monopolizada pela classe dominante e indispensável para a reprodução de sua ideologia. A criação de instrumentos de comunicação popular e a disputa dos espaços já existentes é indispensável para dar voz a quem não tem. Urge a necessidade de que a classe trabalhadora organizada, privada pelo capital que monopoliza os meios de comunicação, crie espaços alternativos para divulgar seus projetos societários e suas ações, além de se apropriar dos instrumentos já existentes.
Compreendemos o Movimento Estudantil como um movimento social e que suas lutas também são populares, e para concretizá-las entendemos ser indispensável a articulação com movimentos sociais comprometidos com a luta da classe trabalhadora, assim como outras formas organizadas de resistência como comunidades tradicionais, arte de rua etc.
A opressão machista é fruto da organização patriarcal em nossa sociedade, organização essa que é anterior ao capitalismo, mas que é potencializada e intensificada por este. É necessário compreender a fundo a origem e organização do patriarcado, de onde surge a heteronormatividade (que é a regra que define como cada sexo deve se comportar), a homofobia e uma série de opressões. Devemos reconhecer o acúmulo do movimento feminista no que tange à auto-organização das mulheres e estimular espaços auto-organizados para fortalecer as mulheres e sua luta.
A violência étnico-racial também tem origem profunda na sociedade brasileira. A dizimação dos povos indígenas, a escravização dos povos africanos, a lei de terras, etc, são parte da estrutura racista de nossa sociedade. Também é necessário aprofundar neste debate, estimular espaços auto-organizados de negras e negros, que fortaleçam a construção da identidade e a luta.
Isso faz parte dos principais elementos de intensificação da exploração da classe trabalhadora. Quando essa classe trabalhadora se coloca contra essas opressões se organizando em movimentos sociais, o capital utiliza-se de seus instrumentos burocráticos e ideológicos para reprimir e criminalizá-los. Reforçamos nossa escolha de classe nos colocando lado a lado com o movimento LGBT, feminista e negro. Isso se faz fundamental no MESS: essencialmente composto por mulheres, negras e negros. Assim contribuímos para a construção de uma identidade do movimento estudantil.
Para a efetivação do programa elencamos como propostas prioritárias a construção dos Estágios interdisciplinares de Vivência (EIV); Curso Realidade Brasileira (CRB), construção do Tribunal Popular: Estado brasileiro nos bancos dos réus, Marcha Mundial de Mulheres, o Comitê Contra a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto, Comitê Contra o Extermínio da Juventude Negra e outras campanhas junto com os movimentos classistas de gênero, LGBTTT, etnia e raça, entre outros.

Formação Profissional 
 
Na década de 80 vivenciamos um período de efervescência social no país. Exemplo disso foram as greves do movimento sindical no abc paulista, o surgimento do MST, a rearticulação do ME, vinculados ao projeto de redemocratização do Brasil. O Serviço Social que já vinha se aproximando da discussão da teoria social crítica, revendo seus posicionamentos e recusando a sua origem conservadora, teve seu ápice no Congresso da Virada, onde @s representantes da classe trabalhadora substituíram os representantes da ditadura na mesa de abertura.
A inserção do Serviço social nas lutas da classe trabalhadora provocou mudanças no direcionamento político da profissão materializados na Lei de Regulamentação da profissão, 1993, no Código de Ética, 1993 e nas Diretrizes Curriculares da ABEPSS, 1996. Esse processo demarca a defesa de um novo projeto de profissão que se articula também a um projeto societário, pautado na emancipação da classe trabalhadora; na defesa da formação de um profissional crítico, interventivo e propositivo, capaz de pensar e elaborar respostas profissionais que potencializem o enfrentamento da questão social, a partir de uma análise de totalidade pautando a liberdade como valor ético central coloca a profissão como um dos sujeitos na construção de uma outra sociabilidade para além do capital.
A partir da década de 90 o Brasil experimentou da cartilha neoliberal que teve na contra - reforma do Estado o seu ponto alto. Foi nesse período que verificamos privatizações em massa, a redução/congelamento de verbas para as políticas sociais, mercantilização das políticas públicas que propiciou um aumento de vagas no ensino superior sem a garantia do tripé ensino, pesquisa e extensão.
É perceptível o avanço desmedido dos cursos de graduação pagos - presenciais e a distância que transformam a educação de direito em serviço com vistas a uma formação aligeirada, massificadora, sem reflexão crítica; bem como o descaso com a universidade pública em nosso país que não dispõe de investimentos suficientes para a sua manutenção. A ausência de políticas de assistência estudantil, de residências universitárias, creches, bolsas de pesquisa, ou seja, de políticas de permanência dos estudantes na universidade são expressões dos ataques contínuos a uma formação profissional de qualidade referendada no Projeto Ético-Político Profissional.
No caso do ensino a distancia há particularidades que exaltam a precarização não só do ensino, mas da própria formação profissional, onde podemos encontrar:
- a supervisão acadêmica do estagio sendo realizada em turmas de 50 alunos, sem a presença do profissional em sala de aula, e muitas vezes realizada por profissionais que não são graduados em Serviço Social, ou mesmo em exercício ilegal da profissão;
- ausência da relação professor-aluno, tendo intervalo de 20 a 40 dias entre as aulas presenciais; apostilas que sintetizam textos ao máximo, com o objetivo de encurtar e aligeirar o processo de formação, onde Marx por exemplo é trabalhado em um capitulo de três paginas;
- há ainda a ausência das próprias avaliações na instituição, que aprova o aluno sem o mínimo de acompanhamento acadêmico.
Dentro desses pressupostos reafirmamos a incompatibilidade do ensino a distancia com uma formação profissional crítica, comprometida com o Projeto Ético Político da profissão. O ensino a distancia é atualmente a expressão máxima de precarização do ensino superior, mas que não se esgota nessa modalidade de ensino, encontrando, tanto nas Universidades Públicas como nas instituições privadas e presenciais de ensino, expressões da precarização do ensino.
Frente a essa realidade entendemos que é fundamental defendermos de forma intransigente a/o:
 
- Implementação das Diretrizes Curriculares da ABEPSS;
-  Projeto Ético-político do Serviço Social.
- Apoio às greves dos servidores técnicos das Universidades Federais
- Apoio à paralisação prevista dos professores, promovidas pelo ANDES (agosto)
- Construir com outras executivas e entidades um instrumental de avaliação do ensino superior.
- Em favor da implementação da Política Nacional de Estágio pelas escolas, compreendendo que o estágio tem sido utilizados como forma de precarização das condições de trabalho e substituição do profissional pelo estagiário.
- Na luta pela implementação das 30horas semanais para os Assistentes Sociais e manutenção desta, sem redução de salário.
- Aprofundar a articulação entre CFESS/CRESS, ABEPSS e ENESSO.
- Seguir na construção do Plano de Lutas das entidades de Serviço Social.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Natal sedia edição da Marcha das Vadias em Ponta Negra

Natal terá a sua Marcha das Vadias na tarde de sábado (23) com o intuito de chamar a atenção para a banalização de crimes contra a mulher, principalmente em relação à violência sexual. A concentração será no Ponto Sete, em Ponta Negra, a partir das 14h e de lá, os manifestantes realizarão uma caminhada em direção ao Morro do Careca.

O movimento foi iniciado na cidade canadense de Toronto, em abril passado, com uma marcha que reuniu três mil pessoas. No Brasil, já houve mobilizações em diversas cidades como São Paulo, Belo Horizonte, Fortaleza e Brasília.

A Marcha das Vadias (tradução do termo em inglês SlutWalk) busca reverter a cultura que culpa as vítimas por casos de violência sexual e desencoraja as mulheres a denunciar os crimes. 

O protesto inicial ocorreu em abril, quando alunas de uma universidade no Canadá resolveram protestar depois que um policial sugeriu que as estudantes do sexo feminino deveriam evitar se vestir como 'vagabundas' para não ser vítimas de abuso sexual. 

A polêmica tomou força através das redes sociais, em sites como Facebook e Twitter, e após a marcha de Toronto houve passeatas pelo Canadá, Estados Unidos, Austrália e diversos outros países. 



 Informações www. marchadasvadiasnatal.blogspot.com.


FONTE: NO MINUTO








quinta-feira, 21 de julho de 2011

Marcha pela Educação

Em Assembléia realizada nesta Segunda-feira 18/07, os professores optaram pela continuação da greve, e para surpresa de muitos, a partir desta Quarta-feira 20/07 os professores irão se somar aos alunos que estão em frente a Governadoria, acampando e fortalecendo o #LevantedoElefante.

Também foi decidido que nesta Sexta-feira haverá uma grande Marcha pela Educação. Presente todos os professores em greve, os que não estão em greve, alunos, pais e todos aqueles que querem uma educação de qualidade no nosso estado.




Local: Shopping Midway Mall até a Governadoria
Horário: 15:00




Seja criativo! 


Levem cartazes, faixas, placas, pinte a cara, se vista engraçado, chame os amigos, chame a família, leve seu cachorro e seu gato, ponha nariz de palhaço, faça um apitaço, chame atenção pela educação, peça respeito pelos seus direitos, aproveite e clame pela saúde, pela mudança de atitude, pelo despertar da população... Faça sua arte, faça sua parte!

segunda-feira, 18 de julho de 2011

PLENÁRIA DO MOVIMENTO #FORAMICARLA

Nossa plenária ocorrerá no IFRN de Cidade Alta conforme encaminhamento da última plenária! Precisamos avaliar a atividade no bairro de Felipe Camarão, organizar a próxima atividade nos bairros e outras coisitas más.



Não esquece hein! 
É nesta terça-feira, às 18h no IFRN da Av. Rio Branco.

Bora?


MOBILIZAÇÃO NOS BAIRROS #ForaMicarla É HOJE!

Depois do sucesso da primeira plenária, esta atividade é para mobilizar a população de Felipe Camarão II. No momento iremos coletar assinaturas no abaixo assinado e divulgar com panfletos a atividade da plenária de amanhã.

Onde mesmo? Posto de Saúde de Felipe Camarão II
A partir de que horas? 16h!

Ônibus que passam por lá: 83, 21, 63, 30, 31...
Descer em frente ao Posto de Saúde de Felipe Camarão II, próx a empresa de busão JARDINENSE!

Até Lá!


 

quinta-feira, 14 de julho de 2011

1ª Plenária nos bairros #FORAMICARLA

Vamos nessa galera COLHER a indignação da população, pois esta Micarla já PLANTOU e ficou madura!

Hoje, realizaremos a 1ª plenária nos bairros. O objetivo é construir um documento de denúncia com a população de Felipe Camarão e um calendário de atividades e lutas para as próximas ações do #ForaMicarla. O movimento vai avançar!

Quando? HOJE!
Que horas? 18h!

Ônibus que passam por lá: 83, 21, 63, 30, 31...
Descer em frente ao Posto de Saúde de Felipe Camarão II, próx a empresa de busão JARDINENSE!


Até Lá!

Pela liberação e divulgação do Kit Escola sem Homofobia! CFESS divulga nota pública em defesa dos direitos LGBT!

Bandeira do movimento LGBT na 1ª Marcha Nacional contra a Homofobia (foto: Rafael Werkema)

Indignação. É com esse sentimento que o CFESS lança, nesta terça-feira, 7 de junho, uma nota pública pela liberação e divulgação do kit Escola sem Homofobia do Ministério da Educação (MEC), vetado pela presidenta Dilma Rousseff no último dia 25 de maio. (Clique para ler a Nota)

É no mínimo incoerente, no contexto do 17 de maio – Dia Mundial de Luta contra a homofobia/lesbofobia/transfobia, e da convocação, pelo Governo Federal, da II Conferência Nacional LGBT (que se realizará em dezembro de 2011), que o kit de ferramentas pedagógicas do Projeto Escola Sem Homofobia tenha sido vetado pela presidenta, diz trecho da nota.

O documento ressalta ainda que "a incoerência soma-se à surpresa, sobretudo quando é de domínio público que este material está em sintonia com o Programa Brasil Sem Homofobia e o Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos e de LGBT, que são resultados da luta histórica do movimento LGBT brasileiro em articulação com o Governo Federal desde 2004".

Nesse sentido, os Conselhos Federal e Regionais têm acompanhado as demandas dos sujeitos LGBT e apoiado ações que contribuam para superar preconceitos e violações de direitos, na luta por uma sociedade livre de quaisquer formas de exploração, opressão e discriminação.

Por isso, o CFESS vem a público manifestar repúdio ao veto do governo federal, ao passo em que reivindica a liberação do material pedagógico com a totalidade de seu conteúdo, já minuciosamente analisado e aprovado por distintas organizações: Ministério da Justiça, Conselho Federal de Psicologia, UNESCO e UNAIDS, União Nacional dos Estudantes (UNE) e União Brasileira dos Estudantes Secundaristas, Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, além de ter uma moção de apoio aprovada pela Conferência Nacional de Educação.

Veja a Nota Pública pela liberação do kit Escola sem Homofobia

Leia o CFESS Manifesta pelo Dia Mundial de Luta Contra a Homofobia

Conselho Federal de Serviço Social - CFESS
Gestão Tempo de Luta e Resistência – 2011/2014
Comissão de Comunicação
Diogo Adjuto - JP/DF 7823
Assessoria de Comunicação
comunicacao@cfess.org.br

Plenária do Movimento #LevantedoElefante

Levante do Elefante + Primavera sem rosa + Primavera sem borboleta se reuniem em plenária, hoje, às 14h, na Governadoria para uma plenária sobre RN que queremos!
Após a plenária os movimentos irão ao Bairro de Felipe Camarão para mobilização dos moradores para uma atividade que ocorrerá ns quinta feira às 18h, onde os moradores farão uma carta de repúdio com denuncias sobre o descaso da atual gestão municipal do Natal.

Onde? Governadoria, próximo ao Machadinho
Quando? Hoje, às 14h.


FONTE: #LevantedoElefante 

terça-feira, 12 de julho de 2011

PLENÁRIA DO MOVIMENTO #FORAMICARLA

Nossa plenária ocorrerá na Praça Vermelha conforme encaminhamento da última plenária! Precisamos pensar taticamente e coletivamente a ocupação na governadoria! E também direcionar e organizar nossos próximos passos...
Bora?

Dia 12.07 às terça, 12 de julho · 18:00h na Praça Vermelha

Maiores informações em: FACEBOOK

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Técnicos da UFRN decidem manter greve

Os ténico-administrativos da UFRN, reunidos em assembleia manhça desta quinta-feira (07), após avaliação da orientação do Comando Nacional de Greve decidem pela continuidade da greve! Além disso, indicam ao CNG – Fassubra a realização de atividade em Brasília, com caravana, prioritariamente no dia 15 de julho (dia da reunião entre governo e o conjunto dos federais.
Veja abaixo texto elaborado durante assembleia e aprovado por unanimidade:

Continuar a GREVE!
A greve dos técnico-administrativos chega a 32 dias com força máxima, praticamente 100% das instituições. Isso mostra que a categoria não aceita mais ser enrolada, nem continuar com o menor piso salarial entre todos os servidores públicos federais.
Quem tinha expectativa que o governo encaminharia documento com algo concreto à nossa pauta, foi mais uma decepção, o governo quer continuar nos enrolando até 31 de agosto quando sabemos que a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) fecha em 27 de julho, ou seja, o governo aposta em nos levar para o abismo ao sairmos da greve.
Na tarde de ontem, o governo Dilma continuou dando mostras que não valoriza os servidores públicos. Houve mais uma reunião com o conjunto dos federais onde existia um compromisso por parte do governo em apresentar a política salarial, mas infelizmente, o único fato novo foi à marcação de nova reunião para o dia 15 de julho. As 32 entidades federais questionaram sobre a proposta do governo e mais uma vez, ele falou que não havia proposta, portanto, não atende a quem está em greve, nem muito menos a quem não está no movimento grevista.
O fato é que se não existisse orçamento o governo não teria gasto 360 bilhões de reais com juros e amortização da dívida, somente no primeiro semestre de 2011 e agora vai doar 4 bilhões para o empresário Abílio Diniz comprar o Carrefour, ora, para atender toda nossa pauta salarial, bastaria 5 bilhões.
Mesmo diante de tudo isso, o Comando Nacional de Greve, por placar de 52 a 47 votos, aprovou na noite de ontem, orientação às bases pela suspensão da greve, por entender que o ofício do governo traz avanços importantes, ficando evidente o esforço do governismo em blindar o governo Dilma, virando às costas para nossa categoria que acaba de ser mais uma vez atacada com o PL 1749/2011, em regime de urgência, para passar nossos HUs para o controle de empresa privada.
Nesse contexto, nossa posição é de continuarmos apostando na luta da classe trabalhadora como único instrumento de conquista e ampliação de diretos.
Fortalecer a Greve é necessário. Rumo à Vitória.

Para ver mais notícias sobre a greve acesso o nosso blog: www.sintestrn.org.br/blog

 

 FONTE: SINTEST - RN

domingo, 10 de julho de 2011

#LevantedoElefante



Amanhã às 9h da matina, os estudantes se concentração em frente ao Midway  e depois farão uma marcha rumo à Governadoria. 

Maiores informações em: @C_O_M_E_M